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Fachadas de lojas numa rua comercial americana

Franquia e visto nos EUA

Comprar franquia nos EUA com negócio testado e caminho para o visto

A família morando nos EUA, com um negócio que já funciona em outras cidades. A AVROS escolhe a franquia com você, monta o plano e a projeção e coordena a documentação com advogados de imigração parceiros.

Negócio já comprovado

Por que comprar franquia nos EUA em vez de abrir um negócio do zero?

Porque a franquia chega com marca conhecida, manual de operação, fornecedores homologados e o histórico de outras unidades. Para quem vem do Brasil e ainda não conhece o consumidor americano, isso reduz o número de decisões tomadas no escuro.

O empresário brasileiro que chega aos EUA costuma subestimar o que não sabe. Ele conhece o próprio ramo, mas não conhece o aluguel comercial de Orlando, a folha de pagamento americana, o seguro obrigatório nem o jeito como o cliente local escolhe onde gastar. A franquia encurta esse aprendizado, porque o franqueador já testou ponto, cardápio, preço e treinamento em dezenas ou centenas de unidades.Só que franquia também tem custo fixo pesado: taxa inicial, royalties mensais, fundo de marketing e exigência de reformas. Por isso a regra federal protege o comprador. Segundo a Federal Trade Commission (FTC), o franqueador tem de entregar o Franchise Disclosure Document, o FDD, com 23 itens de informação sobre a rede, os dirigentes e os outros franqueados, pelo menos 14 dias antes da assinatura ou de qualquer pagamento.É nesse documento que a AVROS começa a separar a franquia que cabe no bolso da que só cabe no folheto.

Em resumo

Franquia nos EUA serve de base para o visto?

  • Franquia é negócio já comprovado — marca, método e dados de outras unidades para comparar antes de investir.
  • O Brasil não tem tratado E-2 com os EUA — o brasileiro só chega ao E-2 com segunda cidadania de país-tratado, como Itália ou Portugal.
  • Há outras rotas — L-1 para quem já tem empresa no Brasil, EB-2 e EB-5 (US$ 800 mil em área TEA ou US$ 1,05 milhão fora dela).
  • 4 etapas AVROS — diagnóstico, alternativas, imigração e operação, do perfil do investidor à loja aberta.
  • Visto é decisão do governo americano — o pedido é conduzido por advogados licenciados parceiros; a AVROS prepara plano, projeção e estrutura.

E-2, L-1, EB-2 e EB-5

Qual visto combina com a compra de uma franquia?

Depende da cidadania, do histórico empresarial e do valor disponível. O E-2 exige passaporte de país-tratado; o L-1 exige empresa ativa fora dos EUA; o EB-2 e o EB-5 levam ao green card, com exigências próprias.

A análise de qual categoria se aplica é feita com advogados de imigração licenciados, parceiros da AVROS.

O engano mais caro: "franquia com visto E-2"

O Brasil não está na lista de países com tratado de comércio e navegação do Departamento de Estado, então o passaporte brasileiro não dá direito ao E-2. O caminho é uma segunda cidadania de país-tratado, como Itália, Portugal, Espanha ou Alemanha. Sem ela, as opções são o L-1 (com empresa ativa no Brasil), o EB-2 ou o EB-5.

Essa triagem vem antes da escolha da franquia, porque o visto define o investimento, o prazo e o tipo de unidade que faz sentido comprar.

  • E-2

    Treaty Investor

    Para cidadãos de países com tratado de comércio e navegação com os EUA. Exige investimento substancial num negócio ativo; é renovável enquanto o negócio funcionar, mas não leva ao green card por si só.

  • L-1

    Transferência intracompanhia

    Para executivo ou gerente com pelo menos um ano, nos últimos três, numa empresa no exterior ligada à empresa americana. Serve a quem já tem negócio no Brasil e abre a filial nos EUA.

  • EB-2

    Green card por qualificação

    Para profissional com formação avançada ou habilidade excepcional, em alguns casos com dispensa da oferta de emprego (National Interest Waiver).

  • EB-5

    Green card por investimento

    US$ 800 mil em área de emprego-alvo (TEA) ou US$ 1,05 milhão fora dela, com 10 empregos em tempo integral, segundo o USCIS. Valores reajustados pela inflação a partir de 2027.

Franchise Disclosure Document

O que o FDD revela antes da assinatura?

O FDD mostra quanto a franquia cobra, quanto custa abrir, quantas unidades fecharam e se há processos contra a rede. A AVROS lê o documento com a lente do investidor e transforma os números em projeção de caixa.

Os itens que a AVROS examina primeiro em cada FDD:

Item 3

Litígios

Processos envolvendo o franqueador e os dirigentes.

Itens 5 e 6

Taxas

Taxa inicial, royalties, fundo de propaganda, tecnologia e renovação.

Item 7

Investimento inicial estimado

A faixa de custo para abrir a unidade, de reforma a estoque.

Item 19

Desempenho financeiro

Quando o franqueador divulga faturamento ou lucro das unidades, e com que base.

Item 20

Unidades

Quantas abriram, fecharam, mudaram de dono ou foram recompradas nos últimos três anos.

Item 21

Demonstrações financeiras

A saúde do próprio franqueador.

Com esses dados, a projeção entra no modelo financeiro da AVROS. "Negócios não morrem por falta de potencial, morrem por falta de liquidez", e franquia não foge da regra: a unidade pode vender bem e quebrar no sexto mês se o capital de giro foi mal calculado.

4 etapas AVROS

Como a AVROS conduz a compra da franquia em 4 etapas?

Em quatro etapas, do perfil do investidor à loja funcionando: diagnóstico, alternativas, imigração e operação. A AVROS cuida do negócio e da estrutura; os advogados parceiros cuidam do pedido de visto.

  1. Diagnóstico

    Conversas com pessoal especializado para rever os parâmetros e as intenções do investidor: capital disponível, cidadania, experiência, cidade onde a família quer morar e quanto tempo pretende dedicar à operação. O resultado é a lista de franquias que mais se adaptam ao perfil.

  2. Alternativas

    Negociação com franqueadores para conhecer a disponibilidade de franquias e territórios. Em paralelo, com a advocacia de imigração, define-se qual categoria de visto melhor se aplica (E-2, EB-2, EB-5, L-1 ou outra).

  3. Imigração

    A AVROS prepara o plano de negócio, a projeção financeira, a abertura da empresa americana e a documentação societária que o pedido exige. O advogado parceiro dá entrada, acompanha o processo e prepara a família para as entrevistas.

  4. Operação

    Preparação do franqueado para o treinamento exigido pela rede, montagem da gestão da franquia, contratação e preparo da equipe de operação e administração, e contabilidade mensal desde o primeiro dia.

Achar que EUA é Brasil

Quais enganos derrubam um projeto de franquia com visto?

Quase todos nascem de "achar que EUA é Brasil": comprar antes de definir o visto, confiar no faturamento do folheto e esquecer que o consulado analisa se o negócio é real e se vai gerar renda além do sustento da família.

"Uma ideia que não está escrita não existe."

No projeto de franquia com visto, o plano de negócio é a peça que o oficial consular lê, e ele tem de bater com o FDD, com a projeção e com os extratos.

Os erros que a AVROS encontra com mais frequência em quem chega depois de ter assinado:

  • Escolher a franquia antes do visto. A unidade comprada não atende ao valor ou ao tipo de investimento exigido pela categoria disponível.
  • Tratar o E-2 como garantido para brasileiro. Sem cidadania de país-tratado, o E-2 não é caminho.
  • Investimento marginal. No E-2, o consulado recusa negócio que só sustenta a família do investidor; o plano precisa mostrar geração de empregos e capacidade de crescer.
  • Dinheiro sem origem documentada. O pedido exige comprovar de onde veio o capital, e isso começa no Brasil, com a declaração de imposto e a remessa feitas do jeito certo.
  • Ignorar o custo fixo. Royalties e fundo de marketing saem do faturamento bruto, antes do lucro.
Torres de Miami e a baía, na Flórida

Franqueza, não promessa

Por que a família confia esse projeto à AVROS?

Porque a AVROS mora no mercado que o cliente está comprando: escritório físico em Kissimmee, na Grande Orlando, mais de 1.000 projetos executados e um fundador que vive nos EUA desde 1978.

Mudar a família de país por causa de um negócio é a decisão mais pesada que um empresário toma. A AVROS entra nela com franqueza: não vendemos serviços desnecessários, não prometemos visto aprovado e explicamos em português cada documento antes da assinatura. O sonho americano da família fica de pé quando o negócio fica de pé, e por isso o trabalho continua depois da mudança, com contabilidade, impostos e apoio local feitos pelo pessoal próprio da AVROS.

Perguntas frequentes

O que a família pergunta antes de comprar a franquia

E-2, L-1, EB-5, FDD e prazos: as respostas curtas estão aqui. O cruzamento do seu perfil com a franquia, a AVROS faz na Consulta de Franquia e Visto.

Falar com um especialista
Brasileiro pode pedir o visto E-2 comprando uma franquia?

Com o passaporte brasileiro, não. O Brasil não tem tratado de comércio e navegação com os EUA e não está na lista de países-tratado do Departamento de Estado. O brasileiro que tem segunda cidadania de país-tratado, como Itália ou Portugal, pode pedir o E-2 com esse passaporte. Quem não tem precisa avaliar L-1, EB-2 ou EB-5 com um advogado de imigração.

Quanto custa comprar uma franquia nos EUA?

Varia muito por rede e por ramo. O valor está no Item 7 do FDD, o documento que o franqueador entrega por exigência da FTC, e inclui taxa inicial, reforma, equipamentos, estoque e capital de giro dos primeiros meses. A AVROS soma a isso os custos de abertura da empresa, seguros e reserva, e monta a projeção de caixa antes da assinatura.

A franquia pode servir para o EB-5?

Pode, como investimento direto, desde que atinja o valor mínimo (US$ 800 mil em área TEA ou US$ 1,05 milhão fora dela, segundo o USCIS) e crie 10 empregos em tempo integral para trabalhadores americanos qualificados. Uma única unidade pequena raramente chega a esse número de vagas, por isso o EB-5 com franquia costuma envolver várias unidades.

A AVROS garante a aprovação do visto?

Não. Nenhuma empresa séria garante visto, porque a decisão é do governo americano. O pedido é conduzido por advogados de imigração licenciados, parceiros da AVROS. A AVROS prepara o plano de negócio, a projeção financeira, a empresa e a documentação societária, que são as peças que mostram que o investimento é real.

Tenho empresa no Brasil. O L-1 é mais simples que o E-2?

Para quem não tem cidadania de país-tratado, o L-1 costuma ser o caminho natural. Ele exige que o executivo ou gerente tenha trabalhado pelo menos um ano contínuo, nos últimos três, na empresa brasileira ligada à americana. A franquia pode ser a operação da nova filial, desde que a estrutura societária entre as duas empresas esteja documentada.

Quanto tempo leva do diagnóstico à loja aberta?

Depende da categoria de visto, da fila consular e da rede escolhida, que tem cronograma próprio de treinamento e obra. A AVROS monta o cronograma na etapa de alternativas, cruzando os prazos do franqueador com os do processo migratório, para que a família não pague aluguel de loja fechada esperando visto.

Para aprofundar

René Christiaan Duvekot, Fundador e CEO

Por René Christiaan Duvekot — Fundador e CEO

Orientação de quem avalia franquias, monta planos de negócio e prepara a estrutura de investidores brasileiros que se mudam para os EUA.

Residente nos EUA desde 1978, com MBA pela University of Miami (1982), responsável pela AVROS Corporation, em Kissimmee/FL. Conheça a AVROS ou fale direto: +1 (305) 904-6643.

Atualizado em

Consulta Inicial

Já tem uma franquia em vista, mas não sabe se ela sustenta o visto que a família precisa?

Na Consulta de Franquia e Visto, a AVROS cruza seu perfil com o FDD e com as categorias possíveis antes de qualquer assinatura.